O Fim da Pobreza e a redução das Desigualdades em 2030!


O Senhor Deus lhe abençoará em todo o seu trabalho e em tudo o que você fizer. SEMPRE HAVERÁ POBRES NA FACE DA TERRA. Portanto eu lhe ordeno que abra o seu coração para o seu irmão Israelita, tanto para o pobre tanto para o que precisa da sua terra. Biblia Sagrada, Deuternomio 15:10-11

2030 é o ano em que as  grandes intituições multilaterais voltadas ao desenvolvimento fixaram para acabar com pobreza extrema (medida pelo consumo percapita diário abaixo de US$ 1,25 aos preços de 2013).
O que as estatísticas recentes nos indicam, considerando a tendência de redução da pobreza aliada à taxa de crescimento populacional e outros agregados, é que será possível erradicar a pobreza extrema em todas as partes do mundo, excepto na Àfrica ao Sul do Sahara(ASS). Em 1990 exisitam 1.1 biliões em pobreza extrema, esta cifra reduziu para 736 milhões em 2015, metade dos quais vive na ASS.
Segundo explicações de alguns estudiosos, justificam a manutenção do nível de pobreza na ASS às altas taxas de natalidade. Todavia, sabe-se que em parte, o desempenho das políticas governamentais públicas e a coesão nacional na ASS constituem factores explicativos determinantes.

Desperta-lhe algum interesse o tema do combate à pobreza?
Pobreza não é apenas dinheiro, ou bens materiais.
Como o conhecimento e o despertamento intelectual podem impactar na redução dos níveis actuais de pobreza?
Combater a pobreza, gerar empregos, forjar ricos e partilhar a prosperidade, deve ser o foco dos Governos.
Qual tem sido o desempenho dos Governos Africanos quanto as políticas macroeconómicas inclusivas?
Governos com fragilidades nas instituições, governos constituidos por líderes perversos. Como lidar com estes dilemas?
O ciclo vicioso das economias monoexportadoras, a titularidade e posse da propriedade. São estes temas relevantes?
Como conferir efectividade nas medidas de política?

A pobreza global não aconteceu do nada, ela iniciou com as conquistas militares, pelo esclavagismo, pela colonização que deu lugar a despropriação de terras minerais e do trabalho forçado. Hoje o problema persiste por conta da dívida injusta, do comércio e determinadas políticas inapropriadas.Martin Sheen

Não será a situação actual um problema de competitividade?
Não será uma questão de lideranças competentes e visionárias?

A trajectoria visualizada no gráfico videografado acima, evidencia os ganhos e esforços nas políticas que vêm sendo implementadas desde os anos 1990 na região da América Latina e da Asia. Esta evidência coloca em causa algumas das teses do documentário de Philipps Diaz, intitulado “The end of poverty”.

No fim de tudo, a questão final fica para a África.
Que receitas precisa a África adoptar?
Como anda o tema da pobreza em Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Moçambique?

Como crescem as princípais economias da ASS. (Consulte outros indicadores)

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